A SAP BTP deixa de ser um anexo técnico quando a empresa precisa integrar, automatizar ou criar uma experiência que o padrão do S/4HANA não deve absorver. O critério é simples: o que é processo de mercado fica no core; o que diferencia a operação pode viver ao lado, com contrato e ciclo de vida.
Três usos que se pagam primeiro
- Integração com CRM, portais, compras e APIs, com reprocessamento visível.
- Extensões side-by-side que mudam com frequência e não podem travar um upgrade.
- Automação e aplicações Fiori ou CAP para tarefas de alto volume.
ABAP, CDS Views, OData e enhancements continuam no jogo quando a regra precisa estar colada na transação. A escolha não é moda de arquitetura. É custo de sustentação daqui a dois anos, quando o próximo pacote SAP chegar.
Um programa de BTP sem dono de produto vira um segundo legado. A MERAIT desenha a extensão junto com o processo, o AMS e o caminho de atualização do S/4HANA.

